O debate #NoEstimates: quando story points ajudam e quando atrapalham
Dois grupos de desenvolvedores em uma disputa amigável, um lado segurando cartas de estimativa e o outro lado segurando fluxogramas e gráficos de tempo de ciclo, com uma divisão entre elesO que #NoEstimates realmente defende
- A maioria do esforço de estimativa não produz decisões melhores do que você obteria com métodos mais simples
- Story points são mal utilizados como compromissos, prazos e métricas de desempenho
- Equipes gastam horas em sessões de estimativa que poderiam ser gastas construindo software
- Dados históricos de vazão (quantos itens você finaliza por sprint) preveem datas de entrega de forma mais confiável do que somar story points
Onde #NoEstimates tem razão
Story points se transformam em métricas de desempenho
Sessões de estimativa consomem tempo real
Precisão falsa mata o bom senso
Desenvolvedor olhando para um quadro branco coberto de números de estimativa e pontos de interrogação, coçando a cabeça confuso enquanto colegas debatem ao fundoOnde #NoEstimates falha
Assume histórias pequenas e uniformes
Novas equipes precisam de calibração
Stakeholders precisam de previsões
Quando story points valem a pena
Equipe reunida em torno de uma mesa com cartas de planning poker expostas, algumas cartas mostrando números correspondentes e outras mostrando valores muito diferentes, gerando discussão animadaQuando pular story points
O meio-termo que a maioria das equipes realmente precisa
| Contexto | Abordagem |
|---|---|
| Nova equipe, produto complexo | Planning poker com story points. A conversa importa mais do que os números. |
| Equipe estabelecida, trabalho variado | Estimativa leve (tamanhos de camiseta ou planning poker rápido). Mantenha rápido. |
| Equipe estabelecida, trabalho uniforme | Rastreie vazão. Pule estimativa. |
| Planejamento de roadmap entre equipes | Use story points ou tamanhos de camiseta para previsão de alto nível. |
| Suporte/manutenção | Rastreie tempo de ciclo e vazão. Não estime tickets individuais. |